Com quantos booms se faz uma literatura? Nota sobre uma política literária

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GGM morreu, choveram homenagens. Consolidado há décadas em uma posição confortável, vencedor de um Nobel, expoente da espécie abundante do macho latino-americano de “esquerda”. Ele estava morto fazia tempo. Não carece de chorar… Continuar lendo

Conchavo em Sepulchrum

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Ao completar oito anos de guerra civil na cidade de Conchavo, o jovem Rojo deixou sua ufania alienada de lado e optou por desertar. Fazia-lhe mal e os tempos haviam mudado. A guerra… Continuar lendo

Os da minha rua: formação de novos agentes e plateia no teatro

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Na epígrafe do livro Os da minha rua – estórias, o angolano Ndalu de Almeida, o Ondjaki, escreveu: “não se esqueçam que vocês, as crianças, são as flores da humanidade (palavras do camarada… Continuar lendo

Raoul Ruiz e o problema da mise en scène pictórica

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Exilado de sua terra, o Chile, após o Golpe de Pinochet, Raúl Ruiz embarcou numa aventura sem muitos precedentes na história do cinema: produzindo principalmente na França e em Portugal, já sob o… Continuar lendo

Os estádios e os clubes

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O Grêmio veio primeiro. Lá na Baixada, Moinhos de Vento, o Estádio da Baixada. E Foi lá que o Grêmio virou profissional. E lá conquistou 21 torneios citadinos e 7 gaúchos. Aí veio… Continuar lendo

Revelia

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Acordou de supetão. Aqueles momentos em que se percebe, mesmo em sonho, que já dormiu o suficiente. Resistiu alguns minutos até perceber que entre ele e a cama já havia uma força considerável… Continuar lendo

Alguma poesia nova: Gustavo Rosa

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Faz um tempo, algumas décadas, que a poesia ocupa, no Brasil, o espaço da  experimentação e ousadia que a prosa dos autores “reconhecidos” abandonou. Não sei bem  os motivos que desaguaram nesta inversão… Continuar lendo